Os muitos prodígios de O menino e o mundo

Torcer para um filme, ator ou diretor ganhar o Oscar é algo um tanto pueril. Torcer por razões nacionalistas ou patrióticas, então, beira a estupidez. Contudo, há um aspecto do Oscar que pode ser positivo: chamar a atenção para filmes bons que, sem esses holofotes, talvez passassem despercebidos. É o caso flagrante e escandaloso de O menino e o mundo, de Alê Abreu, indicado a melhor longa de animação.